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segunda-feira, 25 de março de 2013

Violência obstétrica no Brasil

Fonte: Carta Capital



O conceito internacional de violência obstétrica define qualquer ato ou intervenção direcionado à mulher grávida, parturiente ou puérpera (que deu à luz recentemente), ou ao seu bebê, praticado sem o consentimento explícito e informado da mulher e/ou em desrespeito à sua autonomia, integridade física e mental, aos seus sentimentos, opções e preferências. A pesquisa Mulheres brasileiras e Gênero nos espaços público e privado, divulgada em 2010 pela Fundação Perseu Abramo, mostrou que uma em cada quatro mulheres sofre algum tipo de violência durante o parto. As mais comuns, segundo o estudo, são gritos, procedimentos dolorosos sem consentimento ou informação, falta de analgesia e até negligência.
Mas há outros tipos, diretos ou sutis, como explica a obstetriz e ativista pelo parto humanizado Ana Cristina Duarte: “impedir que a mulher seja acompanhada por alguém de sua preferência, tratar uma mulher em trabalho de parto de forma agressiva, não empática, grosseira, zombeteira, ou de qualquer forma que a faça se sentir mal pelo tratamento recebido, tratar a mulher de forma inferior, dando-lhe comandos e nomes infantilizados e diminutivos, submeter a mulher a procedimentos dolorosos desnecessários ou humilhantes, como lavagem intestinal, raspagem de pelos pubianos, posição ginecológica com portas abertas, submeter a mulher a mais de um exame de toque, especialmente por mais de um profissional, dar hormônios para tornar o parto mais rápido, fazer episiotomia sem consentimento”.
Ler na íntegra:

Uma a cada 4 mulheres sobre violência obstétrica no Brasil

terça-feira, 26 de outubro de 2010

matéria sobre doulas no jornal O Fluminense



Adoráveis doulas: paz, tranquilidade e também segurança na hora do parto
Por: Maria Laura Machado 24/10/2010

Elas têm a função de incentivar e desmistificar o parto normal para as gestantes. No momento tão esperado, e também depois, a doula é uma figura fundamental para as novas mamães.
São os instantes decisivos. À volta da gestante, todos se movimentam na expectativa da chegada do bebê. Mas o que ela sente? O que pensa nesse momento? Ao seu lado, alguém segura sua mão e transmite toda a serenidade necessária para que tudo corra bem. Essa pessoa é a doula, cujo papel é auxiliar a gestante, dar carinho, apoio antes, durante e depois do parto.


A relação entre doula e doulanda – como são chamadas as gestantes que optam por esse acompanhamento – cresce em intimidade. Entre aulas de yoga e de cuidados com bebê, Patrícia e Cátia abrem caminho para o parto normal e humanizado, que vai de encontro aos índices alarmantes de cesarianas, 85% de partos cirúrgicos na rede privada, segundo o Ministério da Saúde. Um número muito acima dos 15% recomendados pela Organização Mundial de Saúde (OMS).
leia na íntegra aqui: http://jornal.ofluminense.com.br/editorias/o-flu-revista/adoraveis-doulas-elas-trazem-paz-tranquilidade-e-seguranca-na-hora-do-parto

terça-feira, 17 de agosto de 2010

Doulas no Mais Você




No dia 11 de agosto de 2010, o programa Mais Você apresentou uma boa matéria sobre o trabalho das doulas, com duração de 23 minutos.
Assistam o vídeo!
http://maisvoce.globo.com/MaisVoce/0,,MUL1612809-10345,00.html

sexta-feira, 25 de junho de 2010

Parto normal vs. cesárea


Parto normal vs. cesárea - a magnitude do problema, é a nova matéria escrita pela obstetra Melania Amorim, no site Guia do bebê.
http://guiadobebe.uol.com.br/parto/parto_normal_vs_cesarea_parte_1_a_magnitude_do_problema.htm

sexta-feira, 7 de maio de 2010

Parto na água


(foto do parto na água de Gabriel, filho de Nélia, nascido no Recife)


Essa matéria foi publicada na revista eletrônica Guia do Bebê, da uol, pela obstetra humanista Melania Amorim. O link está no final da postagem.

PARTO NA ÁGUA

Muito tem se debatido sobre o parto na água: é seguro? Quais as vantagens? Há
maior risco de infecção? Quais os riscos para o bebê? Existem
contra-indicações? O fato é que cada vez essa modalidade de parto tem se tornado
disponível em diversas maternidades e pode representar também uma opção para os
partos domiciliares (1).

A imersão em água durante o trabalho de parto tem sido referendada como um
método útil para o alívio da dor do parto. Uma revisão sistemática disponível na
Biblioteca Cochrane avalia a imersão em água durante o primeiro e o segundo
estágios do parto (dilatação e expulsão, respectivamente) (2). Foram incluídos
11 ensaios clínicos randomizados (ECR) , dois dos quais avaliaram a imersão em
água durante o período expulsivo. Nos ECR avaliando a imersão em água durante a
fase de dilatação, observou-se significativa redução da dor e decréscimo da
necessidade de analgesia farmacológica (peridural ou combinada). Os autores
sugerem que a imersão em água durante o primeiro estágio do parto pode ser
recomendada para parturientes de baixo-risco (2).

Nos dois ensaios clínicos avaliando o segundo estágio, ou seja, o parto
assistido na água, não houve aumento do risco de desfechos maternos e neonatais
adversos e verificou-se aumento da satisfação materna (3,4). No entanto, devido
ao pequeno número de casos (240) e ao fato de várias mulheres randomizadas para
ter parto na água na verdade pariram fora da água, não foi possível, as
informações foram limitadas e os autores da revisão sistemática comentam que as
evidências são insuficientes para recomendar ou contra-indicar o parto na água.
Um outro ensaio clínico randomizado foi publicado depois desta revisão
sistemática (5) e os seus resultados devem em breve ser incorporados, podendo
gerar novas conclusões: neste estudo, verificou-se, além da redução da
necessidade de analgésicos, menor duração do parto e redução do risco de cesárea
no grupo que teve o parto na água.
Continua no link
http://guiadobebe.uol.com.br/parto/parto_na_agua1.htm