Em todo o Brasil a lei do acompanhante continua sendo desrespeitada. É o que mostra a excelente reportagem do Canal Saúde https://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&v=HI-IK7ukTRc
Se você teve esse direito desrespeitado no Trabalho de Parto, Parto e Pós-parto imediato, faça sua denuncia no Ministério Público. Só assim conseguiremos modificar esse cenário de desrespeito às parturientes.
um blog dedicado a gestantes, com textos de apoio e orientações sobre gestação, parto, pós-parto no Rio e em Niterói,com informações baseadas nas recomendações da Organização Mundial de Saúde para o parto e o nascimento.
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terça-feira, 30 de abril de 2013
segunda-feira, 30 de julho de 2012
Marcha pela Humanização do Parto - 05/08!
Contra as novas resoluções do Cremerj, que proíbem médicos de atuarem nos partos domiciliares e a entrada de Doulas, Obstetrizes, Parteiras e "etc", no ambiente hospitalar
Participem!
Participem!
terça-feira, 20 de julho de 2010
Direito sobre a placenta
(imagem da web)

Por Rafael Felício Júnior, Advogado e consultor jurídico
25 de Maio de 2009
"Preservar o direito das mulheres parirem em instituições, de decidir sobre a sua roupa e o bebê, sobre a alimentação, o destino da placenta, e outras práticas culturalmente significantes.”
De todos os órgãos do corpo humano, a placenta é o único que surge na mulher durante a gestação e é eliminado pelo corpo após o nascimento do bebê. Presente na maior parte dos mamíferos, a placenta é responsável por fornecer oxigênio ao bebê, ajudar a movimentar a massa sanguínea, mantendo a circulação entre o feto e sua mãe, depura e regula os líquidos no corpo do nascituro, dentre outras funções.
A placenta sempre teve papel importante em diversas culturas, dispondo, geralmente, de rituais para o seu tratamento após o parto. Em alguns países do ocidente, a placenta é incinerada. Alguns povos enterram a placenta, pelos mais diversos motivos, como por exemplo os Maoris da Nova Zelândia, que enterram a placenta de um recém-nascido no intuito de melhorar o relacionamento entre os seres humanos e a Mãe Natureza. Da mesma forma, os índios Navajo dos Estados Unidos enterram a placenta e o cordão umbilical em um lugar sagrado para eles, particularmente no caso do bebê morrer no parto. No Camboja e na Costa Rica, enterra-se a placenta acreditando que a prática protege e assegura a saúde do bebê e da sua mãe. Se a mãe morrer no parto, o povo Aimará da Bolívia enterra a placenta em um lugar secreto, para que o espírito da mãe não venha a reivindicar a vida de seu filho. O povo Ibo (ou Igbo) da Nigéria considera a placenta como o gêmeo morto do bebê e conduz um verdadeiro funeral para ela. Ainda em algumas culturas e religiões, a placenta é comida. A prática se chama placentofagia.
A placenta humana também tem aplicação medicinal e cosmética, com origem no mundo oriental, mas já espraiada no ocidente.
Muito embora as realidades acima se verifiquem, no Brasil a placenta é rotineiramente jogada no lixo, de acordo com a visão moderno-tecnológica do parto. Profissionais da área médica, bem como a maioria dos hospitais consideram a prática como padrão e, ao receber um pedido diferente, por muitas vezes impedem que as donas dos órgãos dêem qualquer outro destino à placenta que não seja o lixo.
Leia a íntegra do texto publicado no site Amigas do Parto e as Recomendações da Organização Mundial de Saúde para a utilização da placenta

Por Rafael Felício Júnior, Advogado e consultor jurídico
25 de Maio de 2009
"Preservar o direito das mulheres parirem em instituições, de decidir sobre a sua roupa e o bebê, sobre a alimentação, o destino da placenta, e outras práticas culturalmente significantes.”
De todos os órgãos do corpo humano, a placenta é o único que surge na mulher durante a gestação e é eliminado pelo corpo após o nascimento do bebê. Presente na maior parte dos mamíferos, a placenta é responsável por fornecer oxigênio ao bebê, ajudar a movimentar a massa sanguínea, mantendo a circulação entre o feto e sua mãe, depura e regula os líquidos no corpo do nascituro, dentre outras funções.
A placenta sempre teve papel importante em diversas culturas, dispondo, geralmente, de rituais para o seu tratamento após o parto. Em alguns países do ocidente, a placenta é incinerada. Alguns povos enterram a placenta, pelos mais diversos motivos, como por exemplo os Maoris da Nova Zelândia, que enterram a placenta de um recém-nascido no intuito de melhorar o relacionamento entre os seres humanos e a Mãe Natureza. Da mesma forma, os índios Navajo dos Estados Unidos enterram a placenta e o cordão umbilical em um lugar sagrado para eles, particularmente no caso do bebê morrer no parto. No Camboja e na Costa Rica, enterra-se a placenta acreditando que a prática protege e assegura a saúde do bebê e da sua mãe. Se a mãe morrer no parto, o povo Aimará da Bolívia enterra a placenta em um lugar secreto, para que o espírito da mãe não venha a reivindicar a vida de seu filho. O povo Ibo (ou Igbo) da Nigéria considera a placenta como o gêmeo morto do bebê e conduz um verdadeiro funeral para ela. Ainda em algumas culturas e religiões, a placenta é comida. A prática se chama placentofagia.
A placenta humana também tem aplicação medicinal e cosmética, com origem no mundo oriental, mas já espraiada no ocidente.
Muito embora as realidades acima se verifiquem, no Brasil a placenta é rotineiramente jogada no lixo, de acordo com a visão moderno-tecnológica do parto. Profissionais da área médica, bem como a maioria dos hospitais consideram a prática como padrão e, ao receber um pedido diferente, por muitas vezes impedem que as donas dos órgãos dêem qualquer outro destino à placenta que não seja o lixo.
Leia a íntegra do texto publicado no site Amigas do Parto e as Recomendações da Organização Mundial de Saúde para a utilização da placenta
terça-feira, 13 de abril de 2010
Acompanhante no trabalho de parto?
Você já parou pra pensar em quem vai te acompanhar durante o seu trabalho de parto? Sabe que existe uma lei que ampara o direito ao acompanhante de sua escolha, seja homem, seja mulher?
Contudo, a maioria dos hospitais não respeita esse direito. Alguns chegam a cobrar taxa por acompanhante (até mesmo sendo o pai da criança). Outros (sobretudo as maternidades públicas), permitem apenas acompanhante do sexo feminino e restringem o acompanhamento apenas para o trabalho de parto. Muitos alegam que as salas de parto e pré-parto ainda não estão adaptadas para a presença masculina e causam constragimento às outras parturientes. Ocorre que a lei federal deu prazo para a adequação das maternidades e este prazo acabou em 2006.
Então, fiquem ligados! Verifiquem se a maternidade ou hospital em que vocês terão seu bebê respeita esse direito.
Veja abaixo o panfleto elaborado pela rede Parto do Príncipio para alertar gestantes, casais e famílias em todo país:
Contudo, a maioria dos hospitais não respeita esse direito. Alguns chegam a cobrar taxa por acompanhante (até mesmo sendo o pai da criança). Outros (sobretudo as maternidades públicas), permitem apenas acompanhante do sexo feminino e restringem o acompanhamento apenas para o trabalho de parto. Muitos alegam que as salas de parto e pré-parto ainda não estão adaptadas para a presença masculina e causam constragimento às outras parturientes. Ocorre que a lei federal deu prazo para a adequação das maternidades e este prazo acabou em 2006.
Então, fiquem ligados! Verifiquem se a maternidade ou hospital em que vocês terão seu bebê respeita esse direito.
Veja abaixo o panfleto elaborado pela rede Parto do Príncipio para alertar gestantes, casais e famílias em todo país:
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